Achei bastante difícil de realizar este trabalho, pois não tinha os objetos como modelo. Tinha apenas as fotos em perspectivas e luzes diferentes entre si. Mas gostei bastante do resultado final. Pintura encomendada pelo sr. Sérgio Wyton.
Este é o segundo trabalho de uma série de naturezas-mortas que pretendo fazer. Fiquei bastante satisfeito com esta tela, pois são objetos simples mas com características bastante peculiares. Como a leiteira, por exemplo, que mostra a janela que estava atrás de mim no local onde pintei a tela, também mostra um quadro na parede, os objetos da mesa e uma infinidade de detalhes que quase não são notados na cena. Esta leiteira é extremamente difícil de ser representada com toda a sua riqueza de reflexos, brilhos, cores e textura. Ainda mais se tratando de um objeto quase sem cor (cinza). Os mesmos reflexos podem ser notado no pequeno pote escuro.
Esta é a primeira pintura de uma série que pretendo fazer. Achei esta composição bastante interessante pela riqueza de variação de texturas e sutileza de cores. A leiteira fornece uma enorme gama de reflexos e brilhos assim como a madeira serve como estudo de representação de texturas. A luz é bastante suave por toda a cena e intensa sobre os ovos.
No início de 2004, Dominique Landuyt encomendou uma cópia da pintura "Pequenos Cães", adquirida pelo amigo Clair Artur. Mas gostou desta outra versão que apresentei.
Esta pintura foi leiloada no site mecadolivre.com, foi encerrada com 54 lances e 870 visitas.
Fiz esta tela inspirado em outro trabalho que realizei em 2001 chamado "Barco com Redes", em posse atualmente do Sr. Luiz Heitor Penteado. Gostei bastante do efeito na areia. Na imagem ampliada é possível ver as "manchas" que resultaram nas ondulações da areia. O mesmo efeito se aplica nas ondas, de longe parecem ter sido feitas detalhadamente, mas vendo de perto é possível notar que são apenas pinceladas bastante rápidas e únicas.
Fiz esta pintura como esboço para uma outra natureza-morta encomendada.
Esta pintura foi leiloada pelo site mercadolivre.com e encerrou com 68 lances e 689 visitas, nosso maior recorde de lances até o momento.
A casa que pintei é a casa da avó da Shirlley. Essa é a imagem do fundo do meu quintal. Não há nada de especial na pintura a não ser a lembrança que meu filho terá quando ver essa cena daqui a uns 40 anos. Atrás da casa existe um bambuzal e algumas árvores enormes, onde é possível ver algums micos a qualquer hora do dia.
Sempre gostei de cenas de paisagens em fim de tarde. Aquelas com nuvens gigantescas e com uma luz suave. É quase certo que ainda me dedicarei a uma série de pinturas neste estilo.
Pintar Monet realmente é uma viagem, quanto mais você pinta, mais inspirado fica. As cores são vivas, as pinceladas são bastante aparente e soltas. Das pinturas de Monet, esta é uma das que mais gosto.
Gosto bastante desta pintura. Essas cores nas nuvens ficaram muito bem em contraste com a cor dos telhados. Eu havia começado esta pintura em 2001, na época tinha pintado apenas algumas partes dos telhados.
Acho muito bonita essa luz. As nuvens escuras acentuam a iluminação sobre os barcos. Veja a variação de lilás sobre o céu e o mar. Sempre gostei de pintar marinhas.
É a segunda vez que tento pintar um pombo. Da primeira vez tentei pintá-los olhando os que ficavam no meu quintal. Como não deu certo fiz este a partir de uma foto. O resultado ficou bem melhor. Gostou da cor e textura ao fundo, me lembra os pintores ingleses.
Em 2000 ou 2001 eu vi pela primeira vez essa pintura em leilão na Christie's. Até então, eu não imaginava em conhecer outros pintores senão os europeus tradicionais. Quando conheci a obra de Gêrome fiquei encantado. E essa tela virou quase uma obcessão. À partir daí passei a abrir os olhos para outros artistas, como os russos por exemplo. Foi extremamente agradável fazer essa tela pela riqueza de texturas, como a pele do tigre e a parede do fundo.