Encontrei essa imagem em um leilão recente da Sothebys. Achei perfeita a pose da modelo com essa sensação de surpresa e movimento. A pintura original foi feita por Hugues Taraval, um artista francês que viveu entre 1729 e 1785. Essa cópia mede apenas 10x15cm. Adoro o desafio de reproduzir imagens em tamanhos tão pequenos. Adorei esse resultado.
Este é um dos melhores trabalhos que executei. Uma releitura sobre uma das pinturas mais belas do pintor Pierre Auguste Cot, com 1,5 metro de altura. Sempre tive vontade de ter uma cópia dessa pintura, porém achava desperdício trabalhar em uma tela pequena. É um trabalho único...
Esse desenho em giz pastel é uma liberdade artística. É um desafio técnico conseguir manter a elegância da figura esguia de uma girafa com tão poucas linhas. É incrível como poucas formas podem representar todo o contorno, degradês, tons e matizes de cores, relevos e principalmente a textura tão característica do animal. Adorei essa luz.
Um monge ajoelhado faz suas preces com fervor. Ele não vê, mas sente a imagem de alguém sempre o observando. É o olhar de Deus sobre os homens. (Desenho em giz pastel sobre papel cartão.)
Essa era a imagem que buscava desde o início. Um bisão solitário numa paisagem fria. O animal forte com um corpo único parece cansado com as patas da frente ligeiramente cedidas. A paisagem é limpa e gelada. A luz vem de longe e projeta a sombra pra frente do animal.
O bisão era um dos principais temas nas pinturas rupestres feitas a milhares de anos atrás.
Gostei do resultado dessa pintura. É muito difícil você reproduzir a simplicidade dos objetos. Uma cena extremamente simples pode ser rica em cores, relevo e formas. O desafio é ainda maior sendo pintado em uma tela tão pequena, apenas 10x15cm.
Estava com saudades de pintar paisagens! Esta em especial foi feita utilizando uma fotografia como modelo! Achei uma visão linda! Nos faz caminhar por bosques napolitanos! Adorei o resultado!
Depois de um tempo apenas estudando muito sobre técnica de pintura, desenho e design, resolvi voltar às minhas Naturezas-mortas. É bacana ver como você usa sempre os mesmos objetos nas cenas e o resultado é sempre uma pintura diferente. Gostei muito desse trabalho pela cor quase uniforme em todo fundo da pintura, a Garrafa chama a atenção dos olhos que descem em busca da cor das frutas e continua em direção a taça, fazendo um movimento circular e contínuo. É um dos primeiros trabalhos de 2007 que promete ser um excelente ano artístico.